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Audiência pública debate a situação da dengue no município


  • 28/03/2024
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  • Audiência Pública
  • Criado por: Mateus Azevedo em 28/03/2024
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Na tarde desta quarta-feira, o Poder Legislativo de Santa Maria realizou audiência pública para debater a situação da dengue no município. A plenária foi promovia pela comissão especial que fiscaliza a situação da doença e que é composta pelos vereadores Valdir Oliveira (PT), presidente do colegiado, Coronel Vargas (PP), vice-presidente, e Paulo Ricardo Siqueira (PSB), relator. A atividade também contou com a presença dos vereadores Juliano Soares, o Juba (PSDB), Maria Rita Py Dutra (PC do B) e Pablo Pacheco (PP), da coordenadora-geral de Equidade e Determinantes Sociais, Kátia Souto, que representou o Ministério da Saúde e participou de forma híbrida, além de representantes do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul (Simers), do Poder Executivo Municipal, entre outras.

O presidente do colegiado destacou a importância da prevenção por parte da sociedade como a forma mais eficaz, no momento, de combater a dengue. “Às vezes, a gente se preocupa muito com os terrenos baldios e casas abandonadas, mas 90% dos casos estão em casas habitadas”.

A coordenadora-geral de Equidade e Determinantes Sociais, Kátia Souto, destacou que o governo federal, por meio do Ministério da Saúde, está mobilizando as vigilâncias sanitárias de estados e municípios, juntamente com a comunidade escolar, através do Projeto Saúde nas Escolas. A coordenadora afirmou que o combate à doença passa “pela informação”, da sociedade. Reiterou que essas ações, em conjunto com ações ambientais e com os recursos destinados a estados e municípios, estão sendo feitas pelo governo federal. Salientou que a mobilização da sociedade “é fundamental para que a gente consiga fazer a diferença”.

O secretário de município de Saúde, Guilherme Ribas, declarou que o município se preparou para enfrentar a doença neste ano de 2024 com alguns investimentos, como a aquisição de uma máquina de pulverização e, depois, de insumos. O chefe da pasta afirmou que a Secretaria de Município de Saúde (SMS) investiu também na realização de exames em que o resultado fica pronto no período de três a seis horas e que isso está agilizando o tratamento das pessoas infectadas. Relatou também que houve alterações na urgência e emergência. “Agilizamos o manejo clínico de urgência e emergência”.

A comissão especial se comprometeu em acolher muitas informações transmitidas pela sociedade e propor alguns encaminhamentos nas próximas semanas.

Texto: Mateus Azevedo

Foto: Luã Santos


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